Sorteio do kit de maquiagem Too Faced

Enquanto eu passeio por Paris, o blog vai sortear o kit Natural at Night, lançamento da Too Faced (veja o meu post aqui). 

É só seguir as regras pra participar.

– Curtir a página do blog no Facebook. Deixe um recadinho pra mim, please.
– Fazer um comentário nesse post deixando seu e-mail de contato
– As inscrições poderão ser realizadas até o dia 6 de agosto, após esta data, todas inscrições serão descartadas.
– Cada participante poderá realizar apenas uma inscrição; comentários duplicados serão excluídos.
– O sorteio será realizado pela loteria online do site Random.org  no dia 7 de agosto.
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Algumas das razões porque eu amo os Estados Unidos: minha homenagem nesse 4 de julho

Eu sou brasileira com muito orgulho e adoro o meu país, mas morando nos Estados Unidos desde 1992,  aprendi a admirar a América e tenho milhares de razões pra justificar meu amor e lealdade. Estas são apenas algumas delas:

  1. Liberdade individual- este país foi criado com base neste conceito e ele permeia todas as instituições e as relações entre as pessoas. Eu posso não gostar de você mas respeito seu direito de existir. Eu posso não concordar com o que você diz, mas respeito seu direito de falar o que quiser.
  2. Oportunidades- eu vim pros Estados Unidos como estudante e embora não tenha tido nenhum “padrinho” ou família pra ajudar a abrir portas, arranjei um emprego, e depois outro e outro e assim fui construindo uma vida produtiva. Depois de trabalhar por vários anos em uma empresa, resolvi abrir meu próprio negócio. Sem nenhuma burocracia e em menos de dois dias, todo o processo de criação da minha empresa estava finalizado. Quem já tentou abrir um negócio na Europa, por exemplo, entende como a burocracia é desestimulante.
  3. Somos todos americanos – a diversidade presente na maioria das cidades de médio e grande porte dos Estados Unidos é estimulante e um conforto pro estrangeiro. No Brasil, por exemplo, o cara que veio do Líbano há 50 anos  é o “Turco” e o Nissei, que embora tenha nascido no interior de SP,  é o “japonês.” Embora preconceito ou hostilidade ao estrangeiro exista em partes desses pais, aqui, somos todos americanos.
  4. Respeito as mulheres e aos direitos femininos– quando eu vou ao Brasil, uma das coisas que mais me incomoda é a falta de respeito a mulher e ao corpo feminino. E só ligar a televisão e você vê uma moça seminua vendendo desde água até carro. Além disso, acho duro de engolir que em pleno século XXI, o Brasil não reconhece o direito das mulheres ao aborto.
  5. Rock n Roll! Esta razão não precisa explicação, né?

American Exuberance na Rubell Family Collection

Um dos meus museus favoritos em Miami é a Rubell Family Collection, um espaço incrível que abriga uma das maiores e mais interessantes coleções de arte privada dos Estados Unidos. A família Rubell compra arte de baciada e tem um olho apurado pro que há de melhor. A coleção inclui muita coisa que a maioria das pessoas considera um pouco difícil de entender, ou feio, ou ofensivo, ou simplesmente muito grande pra por na sala de visitas.

Eu costumo ir até lá pelo menos três ou quatro vezes ao ano e há sempre uma novidade incrível. Em visitas passadas, tive a oportunidade de ver algumas fotografias ícones da Cindy Sherman e uma instalação da brasileira Adriana Varejão.

Este mês, a exposição American Exuberance mostra obras de 64 artistas com o objetivo de oferecer um comentário sobre a América das últimas décadas e do momento atual. Entre os artistas estão Richard Prince, John Baldessari, Cindy Sherman, Kaz Oshiro, Jeff Koons, Charles Ray, todos americanos, embora alguns não tenham nascido aqui.

Uma ótima pedida pra esta semana do 4 de julho e pra se conhecer alguns dos melhores artistas americanos vivos. A mostra fica aberta até o fim do mês.

Cady Noland, This Piece Has No Title Yet, 1989

Art is Food for Thought and Food Costs Money, 1985
John Baldessari

 

 

Pool parties: festinhas de verão nos hotéis em Miami

O verão já começou em Miami e nesse calorão a melhor pedida são as pool parties, festinhas que acontecem ao redor das piscinas dos hotéis nos sábados e domingos. O que todas estas festas têm em comum são DJs, gente bonita e um ambiente animado. A diferença está na clientela: o pessoal mais hip-hop vai pro Fountainbleau ou pro Shore Club, as modelos pro Mondrian e o pessoal mais chique e de sociedade pro Four Seasons.

Cada hotel tem seu sistema de entrada, o Fountainbleau, por exemplo, que é  mais popularzão, cobra uma taxa e do mundo entra. O Shore Club tem uma lista de entrada mas se você aparecer na porta, acaba entrando sem problemas. O Four Seasons deixa entrar um número limitado de pessoas, mas se você quiser ir, procure a página do facebook do hotel pra ver as datas dos eventos e mande um email pra mordelaine.altmonte@fourseasons.com com seu RSVP.

Concurso dia dos namorados: gift card de 2.000 dólares

O Four Seasons em Florenca

Infelizmente, não sou eu quem está dando este certificado, mas a dica é legal pra quem mora ou está indo pra São Paulo, Rio ou Brasília.

A Montblanc e Four Seasons Hotels and Resorts, a maior companhia de hotéis de luxo do mundo, se uniram pra criar um super concurso pro dia dos namorados. A ideia é simples: basta ir a uma boutique Montblanc, até o 30 de junho, e escrever uma mensagem de amor. A melhor frase irá ganhar um Gift Card no valor de US$ 2.000, para ser utilizado em qualquer dos 86 hotéis Four Seasons ao redor do mundo.

Eu não posso participar, pois o Four Seasons é cliente da minha assessoria de imprensa, mas se ganhasse usaria pra passar uns dias no hotel de Florença ou no Four Seasons Tented Camp, um acampamento de luxo na Tailândia. Pra quem mora no Brasil, a dica é usar o gift card pra passar uns dias no resort do Uruguai, o Four Seasons Carmelo, que é perfeito pra uma viagem romântica. Ou quem sabe vir pra Miami? E 2.000 dólares vão bem mais longe aqui do que em Florença, né?

Então, gente, corram pras lojas Montblanc… quem sabe vocês dão sorte? A promoção é aberta a todos, sejam clientes da Montbanc ou não (e não precisa comprar nada na loja). As Boutiques Montblanc localizam-se nos shoppings Cidade Jardim, Morumbi, Higienópolis, Ibirapuera e na Rua Oscar Freire, 740 em São Paulo; no BarraShopping do Rio de Janeiro e no ParkShopping de Brasília. Mais informações aqui.

Miami durante o verão americano

O período do verão americano, durante o inverno brasileiro, é um dos preferidos para programar uma viagem à Miami. Então queria contar um pouquinho sobre o que acontece por aqui durante esse período.

O verão, que aqui é a baixa temporada pro turismo, apresenta muitas vantagens. Primeiro, as tarifas nos hotéis caem, com preços até 40 por cento mais baratos do que na alta temporada. Mesmo os hotéis de luxo fazem promoções: o Four Seasons por exemplo, está oferecendo a terceira noite da estada como cortesia  (você paga duas, fica três, paga quatro, fica seis) e o Ritz-Carlton South Beach oferece crédito de até 100 dólares por dia para uso  no hotel . Os hotéis butiques têm tarifas e pacotes ainda mais convidativos. Além disso, os restaurantes estão mais vazios, há liquidações durante quase todo o período entre junho e agosto e o trânsito fica bem mais leve.

A piscina do hotel Four Seasons

O maior problema, claro, são as chuvas e a possibilidade de furacões. O clima de Miami é subtropical, e durante o verão tem sempre uma chuvona no fim do dia. A temporada de furacões vai de 1 de junho a 30 de novembro, mas a maioria acontece de agosto e setembro. E embora tragédias sejam raras, até mesmo um furação médio pode causar muita destruição e no mínimo estragar suas férias. Não há como prever a chegada de um furação, mas se você estiver na cidade durante um deles estiver a caminho, tente antecipar seu retorno para o Brasil. Se não for possível, siga as recomendações de evacuação do seu hotel ou da polícia local.

Claro, é importante também lembrar que o calor nessa época é extremo, mas nós estamos acostumados com isso, né? A minha dica é escolher um hotel com bom ar condicionado!

Festa: Inauguração do restaurante Edge no Four Seasons

Antes de viajar pra Los Angeles, eu  fui a festa de inauguração do novo restaurante do Four Seasons, o Edge Steak, que abriu fazem alguns meses e eu até já tinha contado pra vocês. A inauguração oficial tinha sido adiada porque o terraço do restaurante demorou um tempão pra ficar pronto. Agora que está tudo terminado, o hotel fez uma festona pra celebrar.

O restaurante é uma delícia mas tenho certeza que o terraço vai bombar. Primeiro porque é um espaço super bonito com vista pras piscinas do hote, e pros prédios de Downtown, mas principalmente porque na região da Brickell não tem muitos restaurantes com espaços ao ar livre e ambiente chique.

A festa foi super legal com um DJ dentro do restaurante e um trio cubano tocando no terraço. Rolou champanhe a noite toda e os chefes serviram ostras e carnes preparadas com o Edge Rub (um tempero especial preparado com pimentas cultivados no jardim do hotel). O chefe patissier preparou sorbets usando nitrogênio liquido, o que permite que ele seja feito na frente do freguês sem ir ao congelador. Uma ideia super legal pra festas pois o processo é diferente, com fumaça como efeito especial.

Eu recomendo o terraço pra drinks e aperitivos ou pra um jantar ao ar livre. Se você for a dois e quiser um ambiente mais romântico, escolha uma mesa dentro do restaurante. As mesas comunais e os sofas do terraço são perfeitos prum grupo de amigos.

Evento: comemorando e mantendo tradições

Miami é uma cidade nova, com pouco mais de 100 anos e cujos moradores, em sua maioria, vêm de outras partes dos mundo. Então, aqui, como é  comum em cidades construídas por “forasteiros, ” é dificil manter tradições, principalmente quanto elas são aparentemente anacronísticas.

Eu tenho muito orgulho de participar de uma das organizações femininas mais antigas de Miami, a YPO (Young Patronesses of the Opera), que foi criada há 56 anos atrás a fim de promover a educação musical nas escolas da cidade. O grupo leva ópera as escolas, publica um livro infantil, que ensina musica clássica para as crianças, e doa mais de 100 mil dólares por ano para a companhia de opera de Miami.

Entre os muitos eventos que organizamos durante o ano, o May Luncheon, é um dos meus favoritos pois premiamos uma professora de música da rede pública, escolhida por sua dedicação em transmitir o amor a música clássica para as crianças. A outra razão que faz a festa, é que, mantendo a tradição, as convidadas usam chapéus.

 Nós vivemos em tempos tão casuais, que achei legal mostrar algumas fotos do evento. Quem sabe elas servem de inspiração para vocês criarem uma organização que sirva a sua comunidade. A desculpa de usar chapéu é o bônus!

 

Casamento e lua de mel em Miami

O meu casamento aconteceu na idade média

Eu ando com casamento na cabeça ultimamente, pois a minha cunhada vai casar em junho em New York e anda na correria dos preparativos. Embora eu tenha me casado na idade média, ainda me lembro do trabalhão que deu. Sinceramente, acho que se tivesse que fazer tudo de novo, optaria por um casamento menorzinho, só com o noivo e a família mais próxima em um lugar que eu adoro. Assim dá pra fazer um 2 em 1 de casamento e  lua de mel.

Miami é uma ótima opção pra este tipo de casamento, já que quase todos os hotéis estão acostumados a organizar desde festas imensas a casamentos pequenos, só com o noivo e a noiva. O National Hotel em Miami Beach, por exemplo, é um local perfeito pra fazer uma cerimônia na praia, seguida de uma recepção pequena. Todos os preparativos podem ser feitos por email, e o hotel faz recomendações pra tudo o que você precisar, desde o oficiante, a flores até o cabeleireiro.

Recepção no The National

No Four Seasons, recentemente, uma noiva escolheu fazer a cerimônia em uma igreja e depois ofereceu um jantar para 10 pessoas. A noiva mora em Londres e chegou em Miami apenas uns dias antes da festa. O hotel organizou tudo, inclusive o carro da foto.

Quem estiver pensando em vir a Miami pra comprar  vestido de noiva, a Ever After é uma butique de sonho, com vestidos de todos os top designers. A Saks em Bal Harbour tem uma bridal boutique também.

Falando em vestido, eu adorei o meu, que infelizmente não serve mais, mas se eu tivesse que comprar outro, optaria por um da Monique L’Hullier.

Modelito da Monique lHullier

Agora que eu mostrei o minha fotinho vestida de noiva, estou curiosa pra ver o de vocês. Quem me manda uma fotinho vestida de noiva? Adoraria mostrar as leitoras do blog vestidinhas de noiva (ou pelo menos o seu vestido de sonho).

Páscoa em Miami

Eu vou passar a páscoa  no Brasil com os meus pais (yeahh!!) mas sei que um montão de vocês vão aproveitar o fim de semana em Miami pra dar uma passeada e fazer umas comprinhas (tô sabendo qual é a prioridade de vcs!!).

Então, queria contar um pouquinho sobre como é a páscoa por aqui. Não é novidade pra ninguém que Miami é super latina com cerca de 50 por cento da população proveniente de países da América do Sul (o resto da população é americana, com uma concentração enorme de judeus vindos de NY — Manhattan South, é um dos apelidos da cidade). O interessante é que aqui, muitos falam espanhol e se identificam como latinos mas nasceram nos Estados Unidos e mantém a tradição americana, ou seja, o ovinho de chocolate é pequenininho e as crianças tem que encontrá-los no jardim durante um jogo caça aos ovos, a “egg hunt”. Mas a maioria das famílias latinas são católicas e costumam ir à missa da páscoa.

A minha igreja favorita, a Little Flower, fica aqui pertinho da minha casa e bem em frente ao hotel Biltmore. Tem missa em inglês e em espanhol. Outra igreja católica muito singela é a St Jude na Brickell Avenue (quase do lado do hotel Four Seasons). Quem não for católico pode ir na Plymouth Congregational ou na Coral Gables Congregational, para serviços cristãos sem denominação específica.

Depois da missa, o costume é ir ao brunch em um dos hotéis chiques da cidade. O brunch do Biltmore é um exagero de comida mas fica pertinho da Little Flower e da Coral Gables Congregational. Já sugeri alguns lugares pra brunch aqui mas tem um monte de outros. Só não pode esquecer de fazer reserva.