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Miami na baixa temporada

Distrito Art Deco em South Beach

Distrito Art Deco em South Beach

Junho dá inicio a baixa temporada em Miami, quando os preços despencam vertiginosamente, principalmente se comparados ao período que vai do natal ao fim de fevereiro, quando tudo, mas principalmente os hotéis, ficam caríssimos.

Quem está planejando a viagem em julho, vai pagar preços altos para a parte aérea, mas os hotéis, inclusive os melhores, fazem boas promoções. Vale pesquisar, mesmo que, em princípio, seu orçamento geralmente não encaixe hotéis cinco estrelas. Quer ter uma ideia?

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O hotel Mandarin Oriental, que fica em uma ilhota na Brickell e é um 5 estrelas de primeira (leia sobre o Azul, o restaurante lindo do hotel neste post) está oferecendo um pacote com café da manhã e estacionamento por USD279 por noite.

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A praia do hotel Hilton em South Beach

O Four Seasons oferece a mesma tarifa por noite pro pacote com café da manhã; e o Hilton em South Beach, que é um quarto estrelas respeitável,  tem tarifas a partir de USD223, por noite . E em alguns dos hoteis mais econômicos, como o The Shelborne (bom para casais jovens) ou o Newport Beachside Hotel (legal para famílias ) as tarifas são ainda mais atrativas.

Alem das vantagens oferecidas pelos hotéis, quem vem para fazer compras, pode aproveitar as liquidações, que começam no início de junho e estão a todo vapor em julho.

Quem planejar a vaigem para agosto, tem ainda mais vantagens: o Miami Spice, uma promoção em que os restaurantes da cidade, mesmo os melhores, oferecem menus a preços fixos, oferecendo oportunidades para experimentar os melhores restaurantes por preços bem mais baratos do que no Brasil.

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Bar do restaurante Edge, que participa do Miami Spice

Mas nem tudo é perfeito na baixa temporada. Chove muito durante o verão e há sempre a possibilidade de furacões, principalmente de agosto a setembro. Furacões fortes são raros, mas mesmo os menores acabam causando problemas, e no mínimo estragam as férias. Não há como evitá-los completamente, mas se você estiver na cidade e um furacão estiver a caminho, tente antecipar seu retorno para o Brasil. Se não for possível, siga as recomendações de evacuação do seu hotel ou da polícia local.

O verão é uma época legal para se visitar Miami, principalmente pra quem vem para fazer compras e aproveitar os restaurantes. Afinal, não chove dentro do shopping!

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The Freehand: hostel moderninho

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Miami tem alguns albergues, todos muito simplesinhos e alguns são bem sujinhos. Então quando o The Freehand, um hostel moderninho, abriu no antigo Indian Creek Hotel, eu resolvi dar uma passadinha pra contar tudo pra vocês.

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Eu cheguei no The Freehand durante o período de check out e tive uma oportunidade legal de ver a clientela, que é jovem, combinando grupos de amigas, casais de namorados e turistas viajando sozinhos, sendo a maioria americanos e europeus.

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Os quartos coletivos vêm com duas, quatro ou oito camas e alguns tem cama de casal queen. Os quartos são limpos e bem iluminados mas os banheiros não foram reformados e além de minúsculos, estão bem velhinhos. Mas sinceramente, já vi banheiro de hotel econômico em péssimas condições e estes não são terríveis.

Vale ressaltar que o hostel não tem ar condicionado central, mas cada quarto tem um dou dois aparelhos, dependendo do tamanho. Como Miami é muito quente, estar num quarto com oito pessoas no calor do verão, não deve ser fácil.

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As áreas comuns do The Freehand são muito legais, com piscina, um pátio super convidativo, e melhor ainda, o The Broken Shaker, um barzinho super animado que existia antes do novo hostel abrir, e que já era um dos favoritos dodo povo moderninho da cidade.

As tarifas começam a partir de cerca de USD 50 (+taxas) por cama no quarto coletivo. Os quartos individuais ficam a partir de USD 130 + taxas.

 

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Miami vai ganhar albergue chic

A novidade só chega em dezembro, mas quem estiver planejando uma viagem pro fim do ano, tem mais uma opção de hospedagem em Miami. O Freehand vai ser o primeiro albergue boutique de Miami, misturando os elementos tradicionais de um albergue, tais como beliches e banheiros comunais, com decoração descolada.

Criado pelo grupo que abriu o NoMad Hotel e o Ace Hotel em New York, o albergue promete atrair uma clientela diferente do que apenas mochileiros. O designer do hotel disse ter sido inspirado por um camp perto da praia, aqueles onde as crianças americanas passam parte do verão em um esquema meio de uma comuna.

A promessa é que o albergue não será apenas um lugar pra dormir, mas uma oportunidade de fazer amigos. Para isso, uma horta, piscina, mesa de ping pong, bicicletas pra aluguel e até aulas de arte estão sendo programadas. Para completar, o Freehand terá um bar e restaurante criado pelo pessoal do Broken Shaker, um pop up bar que fez muito sucesso com a garotada descolada no começdesse ano.

O albergue vai ser um pouco mais posh dos que eu me lembrava dos tempos de adolescente: toalhas, roupa de cama e amenidades estarão à disposição. Dos 60 apartamentos, 14 serão privados (para um ou dois hóspedes). Acomodações em grupo terão até 8 camas por apartamento e tarifas começando em 50 dólares.

O que vocês acham? Ficariam em apartamento compartilhado?

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O blog tá arrumando as malas pra Paris

Paris basics

Em alguns dias o blog vai ser mais Paris do meu jeito do que Miami pois estou indo passar alguns dias relaxando, aproveitando as liquidações e visitando amigos na França. Pra inspirar a malas, ando pensando nos básicos do estilo francês: preto, sapatilha e sobriedade. Pra quem tá acostumada com o colorido de Miami, a rigidez francesa é um desafio.

A sala do apartamento que estamos alugando

A viagem terá dois períodos distintos: primeiro ficarei em um apartamento alugado em Paris que encontrei através do site airbnb, depois irei a Lyon visitar um dos meus melhores amigos. Na volta, fico no Four Seasons Hotel George V, que é um sonho, perfeito pra uma lua de mel ou viagem romântica e um dos meus hotéis favoritos no mundo todo.

O lobby do hotel George V, conhecido por seus arranjos florais

Sinceramente, estou um pouco apreensiva com esta história de alugar apartamento. Primeiro porque eu adoro hotéis. E embora eu já tenha alugado casa e vilas, sempre foi através de conhecidos. Desta vez, estou indo meio no escuro e pela internet. Voces conhecem o airbnb.com? Já usaram?

Quem quiser acompanhar as minhas aventuras francesas,  é só ficar de olho no facebook do blog.  E não se esqueçam de passar por aqui nos próximos dias pois estou programando um sorteio da hora.

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Dica de hotel de luxo: Four Seasons Hotel Miami

Recentemente eu fui convidada pra ficar no hotel Four Seasons aqui em Miami para experimentar o serviço e o restaurante novo.

É meio estranho ficar em hotel na cidade onde a gente mora mas eu resolvi tirar o fim de semana pra dar uma turista mesmo. Nós chegamos na sexta feira no fim da tarde e saimos no domingo, tentando aproveitar tudo o que hotel tinha pra oferecer.

Eu adoro a marca Four Seasons e já fiquei em vários ao redor do mundo. O de Miami fica em um prédio de 70 andares, destes de uso misto, ou seja, inclui apartamentos, escritórios e o hotel. Então, ele tem uma cara meio corporativa e pelo lado de fora é pouco charmoso. O outro probleminha é que o lobby fica no sétimo andar. Ou seja, você chega na entrada e tem que pegar um elevador pra fazer o check in no lobby do hotel propriamente dito.

Embora não fique na praia, a piscina do Four Seasons é um show e o terraço tem um toque tropical sofisticado. Como é sempre o caso nos hotéis da marca, o serviço ao redor da piscina e impecável. São mimos como borrifadas de  Evian, toalhinhas geladas, revistas, além de bebidinhas e comidinhas. A piscina Palm Grove, rasinha e pontuada por palmeiras, é o lugar ideal pra dar uma relaxada em uma rede.

Os apartamentos ficam entre os pisos 20 e 29 e a maioria tem vista panorâmica, mas os de categoria premier, situados diretamente de frente pra Baia de Biscayne, oferecem as melhores vistas. Todos são grandes e com decoração sofisticada, embora meio insossa (achei um defeitinho). Os banheiros são impecáveis e as camas, criadas especialmente para a marca, divinas (eu até comprei uma para minha casa).

Vocês podem ler sobre o novo restaurante do hotel, o Edge, aqui neste post mas eu adianto que ele é uma boa pedida para o brunch de domingo ou prum jantar a dois, mesmo que você não esteja hospedado no hotel.

E antes que eu me esqueca, o hotel tem uma super academia, com yoga, pilates e outras aulinhas sem custo adicional. Embora eles não cobrem o resort fee, aquele taxas adicionais que eu detesto, o wi-fi não é free.

Não dá pra falar do Four Seasons em Miami sem mencionar sua coleção de arte. Avaliada em mais de três milhões de dólares, ela enche os olhos. A escultura de Fernando Botero, que ocupa lugar especial no lobby, chama a atenção, mas há arte em todos os cantinhos, inclusive pinturas originais nos apartamentos. Tudo foi criado especialmente pro hotel e são tantas obras que eles podem se dar ao luxo de colocar uma colagem do artista brasileiro Vik Muniz, considerado um superstar da arte contemporânea, escondida em um cantinho.

Mas sinceramente, tem um monte de hotel de luxo em Miami e todos são lindos. O que diferencia o Four Seasons é o serviço, a atenção aos detalhes e a amabilidade dos funcionários. Eles estão sempre prontos não apenas pra servir, mas pra surpreender, pensando naquilo que nem você sabia que queria.

O Four Seasons é perfeito pra quem procura mimo e serviço e prefere ficar um pouco longe da loucura de Miami Beach.

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O Biltmore Hotel: tradição em Coral Gables

Por incrível que pareça eu nunca falei aqui no blog sobre o hotel Biltmore em Coral Gables, que é praticamente meu vizinho. Pros residentes de Coral Gables, o Biltmore funciona como um clube onde associados usam a academia, a piscina e as quadras de tênis. Como não podia deixar de ser, eu estou sempre lá. O marido usa a academia, de vez em quando eu vou pra piscina, e frequentemente vamos jantar no restaurante Fontana, que serve comida italiana em um ambiente lindo ao ar livre.

Em uma cidade jovem como Miami, o bairro de Coral Gables e o Biltmore, oferecem uma conexão com o passado. Construído em 1926 como um hotel, o ele foi usado como um hospital militar e acolheu veteranos da segunda guerra. Subsequentemente, entrou em decadência e na década de 80 foi reformado e reaberto.

O coração do hotel é ocupado pela piscina, que impressiona por seu tamanho, e quem já assistiu aos filmes da Esther Wiliams, vai reconhece-la  das cenas de nado sincronizado. Pra que quer muito conforto ou está com a família, a pedida é alugar uma das cabanas, que vêm equipadas com ventilador, chuveiro e chaises diferenciadas.

O lobby mantêm detalhes originais mas a decoração, como em outras partes do hotel, está meio cansadinha. Os apartamentos são confortáveis  mas mesmo nas suítes, os moveis estão velhinhos e as TV são antiiiigas. Os banheiros foram reformados recentemente, e embora pequenos, estão em bom estado.

Eu fui convidada por amigos pra passar o 4 de julho na penthouse do hotel, a suíte onde reza a lenda, Al Capone ficou hospedado, e que é a maior do hotel. Com dois andares, terraços e detalhes originais como uma lareira de pedra e pintura a fresco no teto, a suíte é charmosíssima, porém também precisa de uma redecoração.

Na suite Al Capone que dizem ser mau assombrada

O campo de golfe, que pertence à cidade de Coral Gables, mas é administrado pelo hotel, é super bem cuidado, mas eu não posso comentar muito, pois não jogo.

Em minha opinião, o Biltmore é perfeito pra quem admira hotéis históricos e não se importa com pequenos defeitinhos. O serviço é atencioso e simpático e não há nada mais lindo do que um passeio por Coral Gables pra quem ama arquitetura mediterrânea. Se você escolher ficar hospedado aqui, lembre-se de que embora a apenas 20 minutos da Brickell e a 30 minutos de South Beach, ter carro é essencial, pois o transporte público é ineficiente.

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Pool parties: festinhas de verão nos hotéis em Miami

O verão já começou em Miami e nesse calorão a melhor pedida são as pool parties, festinhas que acontecem ao redor das piscinas dos hotéis nos sábados e domingos. O que todas estas festas têm em comum são DJs, gente bonita e um ambiente animado. A diferença está na clientela: o pessoal mais hip-hop vai pro Fountainbleau ou pro Shore Club, as modelos pro Mondrian e o pessoal mais chique e de sociedade pro Four Seasons.

Cada hotel tem seu sistema de entrada, o Fountainbleau, por exemplo, que é  mais popularzão, cobra uma taxa e do mundo entra. O Shore Club tem uma lista de entrada mas se você aparecer na porta, acaba entrando sem problemas. O Four Seasons deixa entrar um número limitado de pessoas, mas se você quiser ir, procure a página do facebook do hotel pra ver as datas dos eventos e mande um email pra mordelaine.altmonte@fourseasons.com com seu RSVP.

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Restaurante Badalado: o The Bazaar

A novidade culinária do verão em Miami é o restaurante The Bazaar by José Andrés no Hotel SLS em South Beach, filial do de Los Angeles. O chefe é o famosíssimo espanhol José Andrés e como em Los Angeles, o restaurante tem um cardápio de tapas tradicionais e moderninhas. O menu é imenso, e vem influenciado pelos pratos e sabores da América Latina e de outras culturas.

A decoração, de Philippe Starck, é surrealista e como em Los Angeles, o salão é dividido em dois espaços. O Rojo, como diz o nome, é decorado em vermelho e tem um ambiente aconchegante. Com vista pra cozinha aberta, o outro salão, chamado Blanca, é mais sofisticado.

As tapas tradicionais são de ótima qualidade mas nada muito diferente: embutidos, queijos, azeitonas. O barato fica por conta das tapas modernas: o Cubano, por exemplo, é um sanduiche estilizado com recheio de queijo suíço, presunto ibérico e mostarda, servido sobre rochas (USD 12). Os churros são feitos de mandioca e recheados com pasta de amendoim servida em um tubinho parecido com os de pasta de dente (USD 9). Um risoto de arroz cozido com leite de coco, gengibre e vieiras vem dentro de um coco verde (USD 18).

Foto de Laine Doss

Eu não sou muito fã de tapas, sempre saio desses restaurantes achando que comi demais, mas não satisfeita. Mas eu adorei o The Bazaar em LA e o de Miami é quase tão legal.

A dica fica pra quem quer conhecer um restaurante da moda.

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Hotel SLS em South Beach

Imagem cortesia do hotel

Depois de muito atraso, o hotel SLS abrium em South Beach esta semana na esquina da Avenida Collins e da rua 17 em um prédio Art Deco que esteve abandonado por um tempão. O hotel é o segundo da marca nos Estados Unidos, o outro fica em Los Angeles (eu jantei lá recentemente e fiz um post aqui). A novidade fica por conta do retorno do designer Philippe Starck pra Miami, a cidade onde ele criou seu primeiro hotel boutique, o The Delano. Se o SLS daqui acabar parecido com o de LA, o design será típico do Phillipe Stark, ou seja, eclético e criativo ao ponto da exaustão.

O foco do SLS é o beach club, chamado Hyde Beach, com duas piscinas, cabanas privadas, um bar, e claro, a praia. De acordo com o site do hotel, a piscina foi criada pra “ver e ser visto,” como é típico dos hotéis em South Beach. Como o hotel é novo, tudo funciona direitinho, fazendo desse hotel uma boa opção pra quem procura um hotel butique, com muito estilo no meio do buchicho de South Beach.

Eu gostei muito do restaurante do SLS em LA, o espanhol Bazzar by Jose Andrés, e o de Miami também já está bombando. Vale a visita mesmo pra quem nao está hospedado.

Eu recomendaria para casais jovens que querem balada e um hotel com design diferenciado e serviço consistente (tipo um W mais barato).

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The Shelborne: hotel Art Deco em Miami Beach

Eu fui conferir a reforma do The Shelborne, um dos hotéis do corredor Art Deco de South Beach que durante muitos anos ficou meio abandonado.

A piscina do The Shelborne

Localizado em umas das partes mais hype da Collins Avenue, pertinho do The Delano, do The Setai e de outros hotéis chiques, o The Shelborne teve uns anos gloriosos na década de 40 e a reforma visava resgatar um pouco daquele glamur perdido nas últimas décadas.

Pra mim ficou claro que boa parte dos 20 milhões de dólares da reforma foram utilizados no lobby, restaurante e piscina, pois apenas 50 apartamentos foram reformados. Claro, quem escolhe um hotel nesta região, não pretende passar muito tempo dentro do quarto, mas quem ficar em um dos apartamentos antigos vai acabar decepcionado..

A piscina é o que o The Shelborne tem de melhor. De frente para a praia e rodeada por cabanas equipadas com TV, ar condicionado, geladeira e wi-fi, a piscina é animada pela clientela jovem e descolada.

O hotel cobra um resort fee de $25, que aqui dá direito a cadeiras de praia, toalhas, um drink na happy hour e café da manhã básico. A tarifa começa em USD269 por noite na alta temporada, bem menos que outros hotéis da região. As cabanas são alugadas por $250 por dia (com este pre o, melhor deixar pra lá).

Eu acho o The Shelborne legal para jovens que não esperam muito em matéria de serviço e que querem estar no meio do buxixo de South Beach.

 

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